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domingo, 14 de julho de 2013

Levanta FavelA... no Quilombo do Limoeiro.



Queremos agradecer a toda a comunidade que tão bem nos recebeu!

terça-feira, 4 de junho de 2013

Grupo de teatro e sindicato reclamam da Brigada




O grupo teatral de rua Levanta Favela esteve, na tarde desta terça-feira (4/6), na Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh), da Câmara Municipal de Porto Alegre, para relatar casos de violação de direitos contra seus integrantes por parte da Brigada Militar (BM) em espaços públicos da cidade. Os artistas, assim como representantes do sindicato da categoria, cobraram dos vereadores e das autoridades presentes que peçam explicações da Secretaria de Segurança do Estado, à qual a BM é vinculada.
O mais recente episódio de repressão da BM ao Levanta Favela, segundo o ator Robson Machado, aconteceu em 23 de março deste ano, quando a trupe ensaiava nos fundos da Usina do Gasômetro. Ele informou que o grupo é selecionado do projeto Usina das Artes, da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), mas, mesmo assim, foi interpelado. Contou que, por volta das 19 horas, oito PMs chegaram ao local, revistaram os artistas (entre eles uma adolescente) e chutaram o cenário, os acusando de vadiagem, terrorismo e uso de drogas. Conforme Machado, o grupo pediu ajuda da Guarda Municipal, mas um agente teria dito que nada poderia ser feito e que o Levanta Favela deveria mandar relato por escrito. O ator ainda recordou de outros dois casos de repressão da BM ocorridos em 2010, no Centro.
A presidente do Sindicato dos Artistas (Sated), Rosa Campos Velho, e o secretário-geral da entidade, Fábio Cunha, repudiaram a ausência de representante da Secretaria Estadual de Segurança, assim como da Corregedoria da BM. Cunha, que integra o Falus&Stercus, lembrou que a “perseguição” de policiais militares a grupos de teatro de rua é recorrente, apesar de encerrada a ditadura. “Desde 1994, fomos presos várias vezes; entramos em 2013 e isso ainda acontece”, disse. Na opinião de Cunha e Rosa, há despreparo muito grande dos soldados. “Eles não sabem o que é terrorismo”, afirmou ela.
Boletim
O secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Segurança, João Hélbio Carpes Antunes, garantiu que, pelo relato obtido da Guarda Municipal, não teria havido “abuso de poder e truculência” na abordagem da BM. Comprometeu-se, porém, a pedir esclarecimentos à Ouvidoria da Guarda. João Hélbio alertou os artistas do Levanta Favela a sempre fazerem Boletim de Ocorrência na Polícia Civil em episódios como esses, o que, segundo Robson Machado, não foi feito. O secretário-adjunto ainda sugeriu que os artistas e o sindicato relatem os acontecimentos ao Conselho Municipal de Justiça e Segurança (Comjus).
Pela SMC, participaram da reunião o secretário-adjunto, Vinícius Cáurio, e o coordenador da Descentralização da Cultura, Leonardo Maricato. Cáurio alertou os grupos de rua para a necessidade de refletirem sobre a participação de adolescentes nas apresentações, por segurança. Maricato informou que “foge da alçada da SMC” impedir a atuação da BM nos espaços do município. Ele garantiu, porém, que a secretaria enviou um pedido de informações à corporação.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Comissão de Direitos Humanos da Câmara discute sobre invasão policial na Usina!


ATENÇÃO!


CONVOCAMOS TODOS PARA PARTICIPAR 
DA SESSÃO DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS 
NA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. 


Será relata e discutida a invasão e repressão policial que ocorreu durante o ensaio do Levanta FavelA...na Usina do Gasômetro, 
bem como outros episódios de perseguição que o grupo vem sofrendo.


Quando? DIA 4- TERÇA FEIRA- ÀS 14:30 - Na Câmara Municipal de Porto Alegre (Avenida Loureiro da Silva, 255- Centro).
Como participar? Com sua indignação, sua presença e sua voz!


"...Todos ou nenhum.Tudo ou nada. Um homem sozinho não pode salvar-se..."

CAMBADA DE TEATRO 
EM AÇÃO DIRETA 
LEVANTA FAVELA
-- 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

TEBAS, OU A TRILOGIA TEBANA.





Neste final de semana o Levanta Favela estará apresentando sua mais nova peça de teatro de vivência "Tebas ou a Trilogia Tebana", as 20 hs no Pier da Usina do Gasômetro. O espetáculo que teve sua estréia em abril, mês em que o grupo comemorou seus 5 anos de atividade, narra a historia dos Labdácidas, desde a chegada da peste em Tebas, passando pelo coroamento de Édipo apos a morte de Laio, sua decadência em Édipo em Colono e a continuação do miasma da família com sua filha Antígona. Com esta adaptação dos textos clássicos de Sófocles: Édipo Rei, Édipo em Colono e Antígona, o Levanta Favela propõe uma discussão a respeito das relações de poder, da verdade e da justiça tendo como cenário o Rio Guaiba e o céu estrelado dos fundos da Usina do Gasômetro, com sonoplastia ao vivo. Trazendo elementos arcaicos mesclados com elementos da contemporaneidade, a peça atualiza as tragédias da Grécia antiga para refletir a respeito da história recente do Brasil, as formas de governo e seus governantes na busca pelo poder. "Tebas ou a trilogia Tebana" segue em temporada todos os sábados de maio e junho sempre às 20hs com ingressos a R$ 20 e R$ 10 vendidos na bilheteria 1h antes do espetáculo.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Hoje e amanhã: Momo, as 20hs na sala 505, 5º andar da Usina do Gasômetro!!!


Baile de carnaval da Usina do Gasômetro.O Rei Momo decide renunciar o seu cargo para tornar-se Papai Noel.Em meio ao baile, segue-se a eleição a novo Rei Momo deste carnaval.Os candidatos - figuras que fizeram parte da história do Brasil colônia.Em meio a este clima de descontração, subentende-se também o difícil dilema entre o valor da opinião popular X opinião política.

" Oi quem quiser pode vir, oi quem quiser pode entrar.Oi quem quiser, quem quiser tem que LUTAR!"


segunda-feira, 25 de março de 2013

Mais de 500 anos de resistência!! Aldeia Maracanã!!


 Foi com surpresa e indignação que vimos nosso amigo Ash Ashaninka ser violentamente agredido e preso no Rio de Janeiro por conta da desocupação do prédio do antigo Múseu do Índio, a Aldeia Maracanã, que é vizinha ao estádio de mesmo nome. Vários homens tentando segurar e algemar o Ash, e ele resistindo bravamente com, e somente com seu corpo.
 A desocupação do prédio foi anunciada pelo Governador Sérgio Cabral, como sendo uma exigencia da FIFA, que teria pedido sua demolição. A FIFA se pronunciou dizendo que não havia pedido a demolição do prédio e nesse jogo de empurra- empurra a policia fez o que sabe fazer de melhor: prendeu, bateu e coagiu aqueles que estavam lá para garantir um direito constitucional: de preservação e respeito a diversidade cultural e etnica de uma área que lhes pertence. Mas é importante lembrarmos que esta policia está a mando de um Governo, e que serve como aparato para manter os poderosos no poder e o povo bem longe deste poder.



"No Brasil tem samba, tem futebol, mas também tem índio!" Ash Ashninka

Leia mais, informe-se sobre isso:

  http://paneladepressao.org.br/campaigns/128
http://africas.com.br/portal/nota-da-caiaba-sobre-aldeia-maracana/
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2013/03/22/batalhao-de-choque-entra-na-aldeia-maracana-para-retirar-indios/
http://racismoambiental.net.br/2013/03/a-aldeia-maracana-a-ditadura-e-o-nosso-arremedo-de-democracia/

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013