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terça-feira, 1 de novembro de 2016

SARAU KATRINA (Caveira mexicana) DIA 02/11.




Sarau Katrina
Convidamos a todxs para neste feriado virem participar conosco da Mostra cênica dos grupos Ih Lavamos nós e Levanta FavelA..., serão apresentadas cenas individuais e coletivas, dos processos "Madame Satã" e "A Mulher Crucificada" de Julio Zanotta , após a mostra a tividade segue com sarau, palco aberto e encerra com o show cover da Amy Winehouse.
2º ANDAR DA USINA DO GASÔMETRO 
Programação
- 15h - Abertura com vídeo “Conheci alguém na semana passada” – Gabrielle Dalagna
- 15h30 - Cena : composição artística baseada nos elementos do Butoh – Grupo Ih Lavamos nós.
-16h00 - Leitura dramática de “A libertação de Prometeu” de Heiner Müller- Ketelin Abbady.
-16h15 - Poesia Livre com Bruno Geraldi
- 16h30 - Cena para “Jojô e Jajá e não Ioiô e Iaiá” de Simões Lopes Neto - Danielle Rosa e Sandro Marques.
17h - Música com FLora Fauna
-18h15 - Cena “Sisifo” de Heiner Müller - Pâmela Bratz e Rodrigo Sacco Teixeira (DAD).
-18h30 – Cena “Ronda Noturna” de Júlio Zanotta- Levanta FavelA...
-19h15 – Cover Amy Winehouse.



SARAU KATRINA (Caveira mexicana) DIA 02/11.




Sarau Katrina
Convidamos a todxs para neste feriado virem participar conosco da Mostra cênica dos grupos Ih Lavamos nós e Levanta FavelA..., serão apresentadas cenas individuais e coletivas, dos processos "Madame Satã" e "A Mulher Crucificada" de Julio Zanotta , após a mostra a tividade segue com sarau, palco aberto e encerra com o show cover da Amy Winehouse.Ainda estamos construindo a grade de programação, mais novidades em breve.
Programação
- 15h - Abertura com vídeo “Conheci alguém na semana passada” – Gabrielle Dalagna
- 15h30 - Cena : composição artística baseada nos elementos do Butoh – Grupo Ih Lavamos nós.
-16h00 - Leitura dramática de “A libertação de Prometeu” de Heiner Müller- Ketelin Abbady.
-16h15 - Poesia Livre com Bruno Geraldi
- 16h30 - Cena para “Jojô e Jajá e não Ioiô e Iaiá” de Simões Lopes Neto - Danielle Rosa e Sandro Marques.
17h - Música com FLora Fauna
-18h15 - Cena “Sisifo” de Heiner Müller - Pâmela Bratz e Rodrigo Sacco Teixeira (DAD).
-18h30 – Cena “Ronda Noturna” de Júlio Zanotta- Levanta FavelA...
-19h15 – Cover Amy Winehouse.



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Breve relato sobre o processo da Revolta da Chibata e as oficinas ao público infantil na ocupação Lanceiros Negros


A Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela, em uma de suas oficinas abertas, trabalhou o texto, de Cesar Vieira – jornalista, dramaturgo e ator do grupo de teatro popular União e Olho Vivo – João Cândido e a Revolta da Chibata. Neste trabalho de oficinas de teatro militante à música engajada às quintas-feiras foi apresentado, num ato único, João Cândido e a Revolta da Chibata como conclusão da oficina e exercício cênico prestado dentro da programação da Usina das Artes(sala 505 da Usina do Gasômetro). Os textos do autor dentro do histórico de processos da Cambada de Teatro é presente com os textos Rei Momo e Corinthians Meu Amor, adaptados para teatro de rua. Com a estreia da montagem do texto Morte Aos Brancos: A Lenda de Sepé Tiaraju (Cesar Vieira) na mesma semana que a apresentação do exercício cênico da oficina, dentro de uma programação do projeto Funarte Mãos na Terra. A parceria da Cambada de Teatro com o autor e o grupo União e Olho Vivo trouxe para um encontro César Vieira e Graciela Rodriguez que ministraram seminários sobre o teatro popular e de rua. Foi o cenário que deu ganas aos oficinados a adaptar o trabalho sobre João Cândido para rua, exercida numa amostra ao autor no dia do seminário. A adaptação foi a engrenagem que moveu João para a rua. Com a proposta do elenco refletindo-se na proposta da oficina, os interessados no movimento ensaiariam e praticariam o exercício cênico; “Revolta da Chibata” criou um contexto de discussão nos movimentos sociais, com a primeira apresentação no Assentamento Filhos de Sepé, seguindo na programação do PopRua na Vila Farrapos,  a Batalha de Rap pela Emancipação na Praça da Emancipação em Canoas, no Me Apoia Ai Sararau do grupo de acolhimento de pessoas em situação de rua na praça Garibaldi e novamente no Assentamento Filhos de Sepé no Encontro das Mulheres do MST.  Meio a uma onda de ocupações de escolas públicas no Brasil, a falta de professores deu iniciativa ao grupo de iniciar oficinas de teatro na escola municipal de ensino fundamental Santa Luzia, com assiduidade semanal de três oficinas, a “Revolta da Chibata” foi então trabalhada diretamente com alunos do ensino fundamental. A apresentação do exercício cênico, então adaptada com os alunos da escola Santa Luzia, que fora também ocupada após a concordância entre todos os alunos e a pesquisa política e social gerada pelos mesmos, ocorreu, nela os alunos revogam os seus direitos como cidadãos brasileiros em “Revolta da Chibata Primeira Linha: O manifesto”. (vídeo) A ocupação no centro da cidade de Porto Alegre para famílias em busca de moradia, Lanceiros Negros, convida o grupo Levanta Favela para fazer um trabalho de base com oficinas de teatro dentro da ocupação ao público presente, os moradores. Os participantes das oficinas iniciadas no dia 1º de maio na ocupação Lanceiros Negros são crianças ou pré-adolescentes entre 4 e 14 anos, dentre os jogos cênicos; além do cunho político-social das propostas dos improvisos, a história e o texto sobre João Cândido também foi abordado. A assiduidade das oficinas variaram de um à três encontros semanais, as crianças assentadas na ocupação tornaram-se público e as principais movedoras do processo de discussão social dentro do trabalho teatral nas oficinas. O convite para uma apresentação na sala da Cambada de Teatro em julho para os oficinados da ocupação deu um prazo e um desafio à crianças de 4 à 14 anos ensaiarem e apresentarem “Revolta da Chibata”. Em um mês as crianças já havia tomado as rédeas do texto, invertendo os papéis entre eles, criando uma memória física, um contexto de discussão das suas vivências no espaço. A apresentação do exercício “João Cândido: Resiste Lanceiros” no dia 31 de julho, na sala 505 da Usina do Gasômetro pelas crianças que resistem na Ocupação Lanceiros Negros teve o público alvo atingido. As oficinas seguiram nas quartas-feiras, com uma apresentação do mesmo ato feita na semana acadêmica de história na universidade Ulbra Canoas as crianças decidiram não trabalhar mais esse texto, em busca de outros assuntos a serem tratados.  As oficinas acontecem ainda com a mesma assiduidade e todos os integrantes interessados em praticar o jogo teatral com as discussões políticas e sociais propostas pelo grupo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Tem sol e brechó no domingo!!


Neste domingo dia 11 de setembro te mais uma edição do Brechó Cultural- o que sobrou do Pôr do Sol, a partir das 14hs no Píer da Usina do Gasômetro
Venha, traga seu chimarrão, suas roupas, pra vender, pra trocar e pra pegar sol!!!!!!
Contra a privatização dos espaços públicos, contra a privatização por do sol!
Teremos:

- INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS
- ROUPAS NOVAS E USADAS*
- PÔR DO SOL LIVRE DE TAPUMES
E MUITO MAIS!

* tragam suas roupas para vender e/ou trocar!

Em caso de chuva o evento será adiado.
Entrada livre e gratuita!!




terça-feira, 9 de agosto de 2016

Sábado. dia 13- Brechó Cultural no Píer!!!

"Brechó Cultural- O que sobrou do pôr do sol"
Dia 13 de agosto, sábado, a partir das 14hs

no Píer da Usina (entrada pela Galeria dos Arcos)
Entrada Franca
*Em caso de chuva o evento será adiado

Confira o evento no facebook: https://www.facebook.com/events/602387303270409/

Já faz quase um ano que o pôr do sol do Guaíba na prainha do Gasômetro foi cercado com tapumes. 
O espaço, que gratuitamente, juntava pessoas para simplesmente pegar sol, foi fechado à população de Porto Alegre.
A praça frente a Usina foi fechada, gradeada e poderá virar um estacionamento.
O próprio estacionamento da Usina foi fechado, gradeado.
Este importantíssimo centro cultural da cidade, que é a Usina do Gasômetro, vem sendo sucateado há anos, e em breve sofrerá uma reforma e será fechado também.
Esta revitalização da orla é um acinte à população!
O Levanta Favela desde sua primeira ocupação artística na Usina realiza atividades neste espaço, tiramos o lixo, capinamos, fizemos ensaios e apresentamos espetáculos. Graças a esta resistência, hoje somos privilegiados por ter ainda este acesso ao Guaíba, e poder ver seu pôr do sol em todo seu esplendor.
Este Brechó vem para lembrá-los que este espaço está aberto, e que temos o privilégio de ter acesso ao que restou do pôr do sol na orla. 
Talvez em breve não o teremos mais, mas enquanto ele estiver ali, estaremos pegando sol, se divertindo, ensaiando e sendo feliz, ao sol gratuitamente!!!
Venha, traga seu chimarrão, suas roupas, pra vender, pra trocar e pra pegar sol!!!!!!
Contra a privatização dos espaços públicos, contra a privatização por do sol!
Teremos:
- LANCHES E BEBIDAS FEITOS PELO LEVANTA FAVELA E UTOPIA E LUTA
- HIEROFANTES DE MARTE
- C.I.R.C CONTESTAÇÃO INTERVENÇÃO E RESISTÊNCIA CULTURAL 
-TRIBUTO A AMY WINEHOUSE
- INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS
- ROUPAS NOVAS E USADAS*
- PÔR DO SOL LIVRE DE TAPUMES
E MUITO MAIS!


* tragam suas roupas para vender, para trocas, para pegar sol!

Em caso de chuva o evento será adiado.
Entrada livre e gratuita!!

domingo, 24 de julho de 2016

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Dia 30 tem teatro com a oficina da Lanceiros Negros!!

Dia 30 de julho, às 14:30 na sala 505 tem apresentação da Oficina ministrada na Ocupação Lanceiros Negros, contando a história da Revolta da Chibata. Livre adaptação do texto de César Vieira.
Entrada Franca.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Campanha de financiamento coletivo para o novo espetáculo do Levanta FavelA...

A Cambada de Teatro em Ação direta Levanta FavelA... vai estrear uma nova peça de vivência no final do ano baseada em três textos da coletânea Teatro PorNÔ, do dramaturgo Julio Zanotta. São eles: 

"A Mulher Crucificada"
"O Beijo da Besta"
"Lua de Mel em Buenos Aires"
 

No centro dos três textos está mulher em três diferentes perspectivas: uma prostituta, uma faxineira e uma  transexual. A partir destas três personagens, se discutirá a opressão sexual, a objetificação e a violência contra a mulher, seja ela cis, trans, negra, branca, menina ou adulta. Para isso a Cambada resolveu colocar o projeto em  financiamento coletivo, no Catarse-me.


LINK DO PROJETO: https://www.catarse.me/amulhercrucificadadejuliozanotta…



A ideia é que cada um doe uma quantidade de de dinheiro e receberá em troca ingressos antecipados  e produtos exclusivos da campanha.
Ajude, para tornar possível a realização e a qualidade exemplar ao espetáculo!
Por isso, pedimos  que:
- Contribuam :D
E/OU
- Compartilhem o projeto, para que mais pessoas possam conhecer o projeto.




          
                               Apoio: