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terça-feira, 19 de abril de 2022

Festa 14 anos de Levanta FavelA...


 


É com imenso prazer que convidamos para a festa de aniversário de 14 anos da Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta FavelA, que vai acontecer dia 20/04, às 19hs na Kza Terezinha (Rua Santa Terezinha, 711).

Organizamos uma programação muito bonita para comemorar este dia.

As atrações musicais são:

Leny Barcellos,

Lico Silveira,

Lia Lua,

Nova Era.

Teremos chope da Vento Livre e comidas veganas e vegetarianas.

Ingressos: 10 reais no local.

domingo, 22 de novembro de 2020

Fragmento Malone Morre 23/11

 Fragmento do espetáculo Malone Morre! - online

Dentro do 4º Diálogos Cênicos!!!
Dia 23 de novembro às 21hs ao vivo nas páginas do Youtube e Facebook do Laboratório-Escola de Arte Popular: https://www.facebook.com/laboratorioescoladeartepopular/?epa=SEARCH_BOX

Oficina de Teatro de Vivência-online

 Foi lindo❗️

🌺Oficina de Teatro de Vivência - Online🌺
♥️Dia 14 de novembro o Levanta FavelA... se aventurou na sua primeira oficina virtual. Dividida em duas partes, abrangendo prática, teoria e improvisos. Totalmente online!! Agradecemos muito aos participantes que embarcaram nessa aventura e se entregaram na composição de cenas com base no texto O Arquiteto e o Imperador da Assíria de Arrabal.
♥️Foi divertido e emocionante
♥️Em breve disponibilizaremos a mostra das cenas criadas e enviadas para nós
♥️Este projeto foi contemplado pelo Edital Emergencial de Auxílio à Cultura de Porto Alegre.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Levanta Favela no 27° Porto Alegre Em Cena

https://www.portoalegreemcena.com/single-post/performance-anti-aglomeração-que-fim-levaram-todas-as-flores-1


27/10 | Performance Anti-Aglomeração: Que fim levaram todas as flores?



27/10 às 17h

youtube / site / em algum lugar da cidade

online, pela cidade & gratuito


"Que Fim Levaram Todas as Flores?" Cortejo fúnebre pela cidade, a solidão da mulher que carrega nas costas o peso do cuidado de si, dos outros. O corpo, território historicamente julgado, violado e apontado como público, pertencente a todos menos a ela. O pranto privado e impedido. A Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta FavelA... traz nesta apresentação a dor e o luto como força, a solidão e isolamento como condição cotidiana da mulher em seu sofrimento. Insurgem de quatro pontos da cidade, mulheres marcadas como loucas, rebeldes, desviantes e marginais. Um encontro possível entre elas no seio da cidade para chorar seus mortos. Na impossibilidade da interação, da troca de afeto elas compartilham um abraço mudo e a visão de um futuro. Se caladas, as pedras gritarão.


Ficha técnica:

Direção coletiva

Elenco: Ana Eberhardt, Danielle Rosa, Fayola Ferreira, Fernanda Baubo, Juliana Costa, Ketelin Abbady, Lorena Longaray, Pâmela Bratz, Allan Castro e Sandro Marques

Recomendação etária: livre


foto: Erick Peres

terça-feira, 16 de abril de 2019

17 de abril de 2019: 11 anos de Levanta Favela, 23 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás

"Quando matam um Sem Terra" - Poema de Pedro Munhoz


1. Quem contar traz à memória,
sabendo que a dor existe,
quando a morte ainda insiste,
em calar quem faz a História.
Pois quem morre não tem glória,
nem tampouco desespera,
é um valente na guerra,
tomba, em nome da vida.
Da intenção ninguém duvida,
quando matam um Sem Terra.

2. Foi assim nesta jornada,
quando mataram mais um,
o companheiro ELTON BRUM,
não teve tempo pra nada.
Numa arma disparada,
o Estado é quem enterra
e uma vida se encerra,
em nome da covardia.
Toda a nossa rebeldia
quando matam um Sem Terra.

3. É o desatino fardado,
armado até os dentes,
até esquecem que são gente,
quando estão do outro lado.
E vestidos de soldado,
todo o sonho dilacera,
violência prolifera
tiro certeiro, fatal.
Beiram o irracional,
quando matam um Sem Terra.

4. Quem és tu, torturador,
que tanta dor desatas,
desanima e maltrata
o humilde plantador?
Negas a classe, traidor,
do povo tudo se gera,
te esqueces deveras,
debaixo de um capacete.
Dá a ordem o Gabinete,
quando matam um Sem Terra.

5. Em algum lugar da pampa,
ELTON deve de estar,
tranquilo no caminhar,
jeito humilde na estampa.
E algum céu se descampa,
coragem se retempera,
outras batalhas se espera,
dois projetos em disputa.
Não se desiste da luta,
quando matam um Sem Terra.

Barra do Ribeiro/RS
27.08.09

terça-feira, 2 de abril de 2019

Volta da temporada de Malone Morre em abril

Dias 6, 13 e 27 de abril, sempre às 20hs na Kza Terezinha.
Confirme presença no evento do facebook: https://www.facebook.com/events/2311800212215807/

sábado, 1 de dezembro de 2018

Estreia Malone Morre, de Samuel Beckett dia 13 de dezembro!!!


Entrevista sobre a estreia de Malone Morre!!!

CENA HÍBRIDA QUA28NOV COM SANDRO MARQUES
Integrante do Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela,  o ator Sandro Marques esteve na DFM para falar do espetáculo Malone Morre, criação coletiva do grupo que estreia no próximo de 13 de dezembro, às 20h, no Centro Cultural KZA Terezinha (Santa Terezinha, 711/saguão, bairro Santana - POA).  Entre outras curiosidades, ele destaca que a escolha da data de início da temporada, que segue até 22 de dezembro (as demais apresentações ocorrem nos dias, 14, 15, 18, 19, 20 e 21 )tem a intenção de lembrar os 50 anos do Ato Institucional nº 5 (AI-5), baixado durante o governo do general Costa e Silva, e que vigorou até dezembro de 1978, produzindo um elenco de ações arbitrárias de efeitos duradouros. Para quem não sabe, ou não lembra, o AI-5 definiu o momento mais duro da ditadura militar no Brasil, dando poder de exceção aos governantes para punir arbitrariamente os que fossem inimigos do regime ou como tal considerados.
Mas enfim...o que isso tem a ver com o espetáculo? De uma certa forma, tudo a ver.  Livre inspiração do texto de Samuel Beckett (um dos principais autores do Teatro do Absurdo), a montagem traz o tom da novela irlandesa sobre a degradação da humanidade, e a total falta de perspectiva. Infelizmente, neste momento, lembrar do AI-5 é perceber que tudo que se conquistou de lá para cá em termos de liberdade está sob uma linha muito tênue, correndo grandes riscos. Lembrar, para resistir. Buscar fazer todos os dias um mundo melhor, com arte, com reflexão, com pequenas boas atitudes - tentar buscar o sentido no que parece não fazer mas sentido.  Originalmente, Malone Morre é um texto não linear, onde as cenas se misturam no tempo, no espaço da mente de um moribundo. Dividida entre textos, coreografias e músicas, a peça tem toda uma atmosfera de decadência e desespero, e faz uma crítica bem pessimista mesmo, pra alertar sobre a necessidade de não se cair na descrença e continuar resistindo mesmo em tempos tão difíceis. No caso, tudo que os personagens que ali estão conseguem é tentar sobreviver...
O Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela trabalha desde 2008 em Porto Alegre com teatro de rua, teatro de vivência e intervenções cênicas. Com forte engajamento com movimentos sociais, o grupo coloca na sua estética e linguagem a discussão política sobre questões atuais e pertinentes ao contexto social contemporâneo, fazendo da arte uma ferramenta de discussão social. Ao todo, o grupo realizou dezenas de intervenções cênicas e a montagem de dez espetáculos. Esta é a primeira vez que encenam algo baseado em Beckett, e a promessa é de se ver uma leve mudança de linguagem do grupo, o que é sempre muito bem vindo no teatro, porque o céu é o limite neam! Já estou louca pra conferir! Mas tá, #escutanóis que tem bastante conteúdo no bate papo do podcast abaixo! Vida que segue, bora lutar.
por Adriana Lampert
link da reportagem:
http://dinamicofm.com/http-dinamicofm-com-wp-admin-post-phppost37194actionedit/?fbclid=IwAR1jKfVbPf1iAwB2GZKl-22BLH8W6diIOyiiabjRGQDGzT1UrHMyC3hFSSE